12 abril 2006

Quando eu morrer...


Após prolongada e saborosa conversa no passado fim-de-semana, a altas horas da noite e com os cúmplices do costume, surgiu mais uma teoria que passo a partilhar convosco.
É certo e sabido que não nos lembramos de nada antes do nosso nascimento. É também comum ouvir dizer que antes de um blackout (um desmaio ou outro tipo de blackout) as pessoas lembram-se claramente dos momentos que antecedem o mesmo.
Partindo desse príncípio, formulei a teoria que a morte não é mais do que um estado cíclico onde revivemos os nossos últimos passos. Assim sendo, o nosso caro amigo J.C. desde que morreu (ou voltou ao céu, como preferirem!) que anda a viver a última ceia a cada dia que passa. Já imaginaram o que é ficar retido num dia em que houve grande janta com a malta amiga, onde por acaso também está um gajo que nos vai trair? Deve ser lixado.
Assim sendo, a morte não é mais do que um daqueles convites para jantar que já andavamos a recusar há algum tempo (desde o nosso nascimento!). Ora, chegando ao céu, está logo o J.C. à nossa espera para nos receber com um forte abraço e com a seguinte frase: "Logo à noite há grande janta do canal #aultimaceia, estou a contar contigo, que é para ver se deixamos de ser 13!"
Quando eu morrer, espero ao menos que seja dia de francesinha e cervejola.

05 abril 2006

Wonderbra

Usar uma peça de roupa interior que faz aumentar o volume das mamas (sim, é mamas e não seios, perguntem a um médico!) tem a mesma validade de um gajo usar um par de meias na cuecas, só para parecer que tem uma grande embalagem.
Hão-de reparar que ninguém critica uma mulher que usa um wonderbra, mas se uma mulher for confrontada com um homem que use o dito par de meias para dar volume, tenho a certeza que o caso é bastante diferente...